sábado, 12 de setembro de 2026 · Edição diária

Inteligência artificial · Política · Poder econômico

Berry fatura R$ 45 mi com 170 franquias; Amora mira R$ 1 bi em 2033

Kleber Amora quase quebrou um supermercado aos 22 anos. A consultoria, de Curitiba, projeta R$ 60 mi em 2026. Franquia parte de R$ 100 mil.

Kleber Amora, CEO e fundador da Berry, de paletó preto, em retrato de divulgação no escritório
Kleber Amora, CEO e fundador da Berry: a consultoria nasceu dos erros do supermercado que quase faliu. São 170 franquias e meta de R$ 1 bi até 2033. Foto: Divulgação / Berry via Exame

A Berry, consultoria empresarial de Curitiba, faturou R$ 45 milhões em 2025 e projeta R$ 60 milhões em 2026. A Exame publicou o recorte neste sábado (12). Kleber Amora, CEO e fundador, comanda 170 franquias, mais de 300 especialistas e já atendeu 5 mil negócios. A meta é R$ 1 bilhão em receita recorrente até 2033.

Aos 22 anos, Amora tinha supermercado em Joinville, 30 funcionários e pouco controle de caixa. Vendeu o negócio no limite da quebra, na recessão de 2014 a 2016, e voltou a Curitiba. Em 2015 criou a BRTech, software de dados. Os clientes pediram gente para interpretar número. Entre 2017 e 2018 a casa virou consultoria. Em 2020, na pandemia, virou franquia: consultor vira dono de unidade.

Franquia de R$ 100 mil e IA própria

O investimento inicial médio é R$ 100 mil, operação home based, retorno em 12 a 18 meses. A matriz capta o cliente e encaminha o projeto. A MAIA, ferramenta de IA da casa, acompanha projeto, produz material, analisa reunião e entra no recrutamento. Amora diz que a eficiência operacional subiu 50% em dois anos. Em nove de dez casos o empresário chega quando o caixa aperta.

CA

Repórter de Negócios do Real Nacional. Cobre empresas, fusões e aquisições, mercado de capitais e a economia real das companhias brasileiras. Mais textos · Expediente · Política editorial

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