A Corpo e Saúde, rede de academias de Brasília, faturou R$ 48 milhões em 2025 e quer encerrar 2026 com 70 unidades e cerca de R$ 60 milhões. A Exame publicou o recorte neste sábado (12). Roberto Oliveira, o fundador, tem 44 academias em operação e outras 26 vendidas, em implantação. Faltam 30 contratos para chegar a 100 no ano.
A primeira unidade saiu em 1998, no andar de cima de um supermercado dele em Taguatinga. Depois da pandemia, redes low cost avançaram e ele franqueou a marca em 2024. Hoje está em Goiás, Mato Grosso e Pernambuco e prepara o Nordeste. A franquia pede de R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões. Mensalidade parte de R$ 120. O diferencial: piscina aquecida com ozônio, Espaço Mulher e aula para criança.
Juros altos e a América Latina
Oliveira diz que crédito caro e orçamento achatado atrasam o investidor. Se a economia ajudasse, teríamos muito mais academias, afirma. Em 2027 fala em mais 100 unidades, próprias e franqueadas, e conversas para México e Paraguai. Cidades com mais de 100 mil habitantes entram primeiro na lista nacional.



