segunda-feira, 5 de outubro de 2026 · Edição diária

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Google tira Gemini 3.1 Pro e 3.6 Flash de quem não paga a partir de 9 de outubro

Segundo a Olhar Digital, com base na 9to5Google, quem não assina plano de IA ficará só com o Gemini 3.5 Flash-Lite. O AI Plus, de US$ 4,99 por mês, perde o acesso ao 3.1 Pro.

Celular com o aplicativo do Gemini, assistente de inteligência artificial do Google
O Google reorganiza quais modelos do Gemini cada plano pode usar a partir de 9 de outubro, segundo a 9to5Google. Foto: Pexels / BM Amaro

O Google vai restringir o acesso a modelos do Gemini para usuários sem assinatura e para quem paga o plano AI Plus, com início previsto para 9 de outubro de 2026, segundo a Olhar Digital. O site brasileiro cita reportagem da 9to5Google, que se baseou em um documento de suporte atualizado pela própria empresa. O Real Nacional não localizou o texto original do Google, e os detalhes abaixo seguem o que foi publicado por esses veículos.

Pela regra descrita, quem usa o Gemini sem plano de IA perderá os modelos Gemini 3.6 Flash e Gemini 3.1 Pro e ficará limitado ao Gemini 3.5 Flash-Lite. Assinantes do AI Plus mantêm o Flash-Lite e o 3.6 Flash, mas deixam de acessar o 3.1 Pro.

O que cada plano passa a ter

De acordo com a Olhar Digital, a divisão por plano fica assim:

  • Sem pagamento: apenas Gemini 3.5 Flash-Lite.
  • AI Plus (US$ 4,99 por mês): Flash-Lite e 3.6 Flash.
  • AI Pro (US$ 19,99 por mês): Flash-Lite, 3.6 Flash e 3.1 Pro.
  • AI Ultra (de US$ 99,99 a US$ 199,99 por mês): os mesmos três modelos do AI Pro, mais recursos exclusivos.

Na prática, o 3.1 Pro passa a ser o principal motivo para migrar do AI Plus para o AI Pro, que custa US$ 15 a mais por mês. A fonte não informa preços em reais nem se haverá cobrança diferente no Brasil.

Deep Think desce para o AI Pro

A mudança também traz um benefício para parte dos pagantes. O recurso Deep Think, descrito como raciocínio paralelo máximo e até agora restrito ao AI Ultra, passará a estar disponível no AI Pro, segundo a publicação.

O Google também vai introduzir três níveis de esforço, baixo, médio e alto, para que o usuário controle quanto processamento o Gemini dedica a cada tarefa. A Olhar Digital lembra que, em maio de 2026, a empresa já havia passado a contabilizar o uso do Gemini com base nos recursos computacionais consumidos, e não mais pelo número de mensagens.

O texto menciona ainda o Gemini 4 Argon, que chegará primeiro aos assinantes do AI Ultra. Em qual plano ele ficará depois não foi definido.

Quem sente a mudança primeiro

Estudantes, profissionais autônomos e pequenas empresas que usam a versão gratuita para redigir textos, resumir documentos ou escrever código são os mais expostos, porque trocam um modelo de uso geral por uma versão Lite, mais leve. Quem hoje depende do 3.1 Pro no AI Plus precisa decidir até 9 de outubro entre pagar o AI Pro ou aceitar o modelo menor.

A Olhar Digital não detalha limites diários de uso por plano, e a data e as regras podem mudar até a entrada em vigor. Antes de contratar um plano por causa do 3.1 Pro, vale conferir a página de suporte do Google para o seu país.

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Repórter de Tecnologia e Inteligência Artificial do Real Nacional. Cobre inteligência artificial, infraestrutura digital, regulação de tecnologia e as empresas que constroem a IA no Brasil. Mais textos · Expediente · Política editorial

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