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Nuvem Brasileira: o que é, quem participa e por que o governo quer soberania de dados

Anunciada em 20 de agosto de 2026, a Nuvem Brasileira é uma parceria público-privada liderada por MGI, ABDI, Serpro e BNDES para reduzir a dependência de provedores estrangeiros. Entenda a proposta.

Nuvem Brasileira: o que é, quem participa e por que o governo quer soberania de dados
Foto: Pexels

A Nuvem Brasileira é a proposta do governo federal de uma infraestrutura nacional de armazenamento e processamento de dados, anunciada pelo presidente Lula em 20 de agosto de 2026 junto com o supercomputador do Rio Grande do Norte. O objetivo é reduzir a dependência de provedores estrangeiros para sistemas críticos do Estado.

Quem participa

A coordenação é do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serpro e o BNDES. O ponto de partida é a Nuvem de Governo, já operada por Serpro e Dataprev, que hospeda sistemas como os da Receita Federal e da Previdência.

A camada de IA

O Serpro apresentou no SECOP 2026 sua plataforma de IA generativa para a administração pública e anunciou o Serpro LLM, modelo de linguagem soberano previsto para o segundo semestre de 2026, além de uma ferramenta de IA para compras públicas lançada com o MGI.

O que falta definir

Modelo de financiamento do BNDES, critérios para participação de provedores privados e cronograma de migração dos sistemas federais. Sem esses três pontos, a proposta corre o risco de ficar no diagnóstico.

Perguntas frequentes

O que é a Nuvem Brasileira?

Uma infraestrutura nacional de nuvem, em parceria público-privada, para armazenar e processar dados do Estado sem depender de provedores estrangeiros.

Quem coordena a Nuvem Brasileira?

O Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), com ABDI, Serpro e BNDES.

O que é o Serpro LLM?

Um modelo de linguagem soberano desenvolvido pelo Serpro para a administração pública, previsto para o segundo semestre de 2026.

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