domingo, 6 de setembro de 2026 · Edição diária

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Augusto Cury sobe a 8% no Datafolha; Lula tem 38% e Flávio, 33%

Pesquisa encomendada por Globo e Folha, com 2.002 entrevistas entre 1º e 3 de setembro (TSE BR-03669/2026), mostra Cury subindo seis pontos. Distância Lula-Flávio cai a cinco pontos, a menor desde maio.

Augusto Cury
Augusto Cury (Avante), terceiro colocado no Datafolha de 3 de setembro com 8% das intenções de voto. Foto: Lima Andruška from Rio de Janeiro, Brazil / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (3) aponta o escritor Augusto Cury (Avante) com 8% das intenções de voto no primeiro turno, seis pontos acima dos 2% registrados em 21 de agosto. Lula (PT) aparece com 38% e Flávio Bolsonaro (PL) com 33%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O levantamento, encomendado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais entre 1º e 3 de setembro, em 125 cidades. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-03669/2026. O nível de confiança é de 95%.

Distância de cinco pontos

A diferença de cinco pontos entre Lula e Flávio é a menor desde a primeira quinzena de maio, quando o petista marcava 38% ante 35% do senador do PL. No Datafolha anterior, a vantagem era de seis pontos (39% a 33%). As oscilações dos dois primeiros cabem na margem.

Cury foi o único a crescer fora da margem de erro. Caiado (PSD) ficou com 4%, Renan Santos (Missão) com 3% e Romeu Zema (Novo) com 2%. Em branco, nulo ou nenhum somaram 6%; indecisos, 3%.

Segundo turno e decisão de voto

No segundo turno simulado, Lula tem 46% e Flávio 44%. A rejeição segue alta: 47% dizem que não votam de jeito nenhum em Flávio e 45% rejeitam Lula. Setenta e um por cento dos eleitores se declaram totalmente decididos; 28% ainda podem mudar o voto. No campo de Cury, metade ainda pode mudar.

Na pesquisa espontânea, sem cartela, Lula tem 31% das citações, Flávio 22% e Cury 5%. A aprovação do governo Lula ficou em 45% (era 47% em agosto); a desaprovação, 51%.

MB

Repórter de Política e Economia do Real Nacional. Cobre Brasília, Congresso, tribunais, contas públicas e as eleições de 2026. Mais textos · Expediente · Política editorial

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